riosorte · orla tropical

RioTreasure

Acendendo os lanternins da trilha...

riosorte · trilha das marés

RioTreasure

O corredor avança sozinho. Você troca de trilha, pula troncos, desliza sob cipós, junta jeitos de ouro e cristais da maré e abre orlas novas.

Pulso da maré

A faixa do meio inunda em ciclos. Na maré alta o centro vira luz perigosa. Na baixa, os jeitos de ouro se concentram ali.

Três faixas vivas

Deslize para os lados e escolha a madeira. Cada faixa respira com a maré e muda o que vale a pena coletar.

Jeitos e cristais

Jeitos de ouro enchem o cortejo. Cristais abrem as próximas orlas. Nada se compra: tudo se corre.

Ídolos e cipós

Ídolo de onça pede troca de faixa. Tronco pede salto. Cipó pede deslize. O pulso do cortejo atravessa um impacto.

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maré baixa

Deslize para os lados · toque para pular · para baixo para deslizar

Mapa das orlas

Trilhas

Cinco orlas. Cada uma pede um número de cristais da maré. A atual fica marcada no leque de ouro.

Cofre da orla

Tesouro

Jeitos e cristais só entram aqui depois de uma corrida. Cada peça guarda uma nota de campo.

Jeitos de ouro

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Cristais da maré

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Caderno da costa

Crônicas

Ritmo da orla

O calçadão desenha ondas pretas e brancas para o pé marcar um compasso. Na Trilha das Marés esse desenho vira três faixas de madeira: a do meio sobe e desce com a água, as laterais ficam firmes para o corredor que precisa de chão seco.

Cristais na copa

Na mata, a luz não cai reta. Entrou em lâminas entre as folhas e os antigos corredores leram essas lâminas como cristais. Quem junta oito delas na mesma volta abre a trilha seguinte, porque a copa só libera o próximo trecho quando o brilho fecha um ciclo.

Vento do pico

No granito do pico o ar sobe em corredores estreitos. Um salto curto passa a raiz. Um deslize passa o cipó que o vento deita na altura do peito. A maré aqui é de nuvem: a faixa central some atrás de ouro e volta como pedra.

Carneiro da folhagem

O carneiro dourado não é um prêmio. É o marco que os guias da costa deixavam na entrada de cada orla. Folhas nas trompas, gema no peito: quem vê o brilho sabe que a trilha ainda está viva e que o pulso do cortejo ainda pode atravessar um ídolo.

Lanternins do cortejo

Os lanternins de filigrana marcam o compasso do pulso. Quando a barra de cortejo enche, o corredor leva o brilho do lanternim por alguns segundos e a trilha trata o impacto como folha seca. O ouro continua ouro. O cristal continua chave.

Marcas da volta

Marcas

Melhor distância

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Manual da trilha

Como correr

  1. Passo automático

    O herói corre sozinho. Você só escolhe a faixa, o salto e o deslize. Não há botão de avanço.

  2. Três faixas

    Deslize para a esquerda ou para a direita. A faixa do meio muda com a maré: na alta ela queima; na baixa ela enche de jeitos.

  3. Tronco, cipó, ídolo

    Toque para pular o tronco. Deslize para baixo sob o cipó. Troque de faixa para o ídolo de onça. O cortejo cheio atravessa um impacto.

  4. Chaves de orla

    Cristais somam no cofre. Cada trilha nova pede um total. Jeitos de ouro só enchem o pulso do cortejo e a pontuação da volta.

Kit da orla

Ajustes